O VIVER E O MORRER: uma escolha

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Álvaro Nicolau – psicólogo, neuropsicólogo

Recentemente estava refletindo sobre o suicídio. Era o mês de setembro. Setembro amarelo!

Neste primeiro dia de outubro, dois assuntos me chamaram a atenção:  O primeiro é sobre a morte, e o morrer. O segundo é relativamente ao idoso. Hoje, 1º de outubro, ouvindo a rádio Itatiaia, ouvi que se comemora o dia do Idoso. Duas pessoas foram entrevistadas.   A primeira, uma senhora de 63 anos que disse mais ou menos o seguinte: “depois dos 60, aparece uma dor aqui, outra ali, a gente sofre muito e nem sei se tem gosto de viver. Dá vontade de morrer”. A outra, senhora de 67 anos que disse mais ou menos” tá bom demais, saio para dançar, passear, agora é que estou vivendo”. Vejam que são duas escolhas diferentes.  Vivemos de escolhas. Quando não consigo ter sintonia com minhas escolhas, quando deixo no outro a responsabilidade de viver minha vida, preciso de ajuda.

Morrer ou viver! Eis uma questão que nada tem de simbólica. A vida precisa ter sentido. Preciso ser senhor de meus desejos para sentir a vida como a estou vivendo. Precisamos ter projetos. Precisamos desenvolver nossa autoestima, viver a vida que só a pessoa pode viver para ela. Não dá para debitar no outro a responsabilidade de me fazer feliz.  Se isso acontecer, é muito poder que passo a outrem.

Lembrei-me da doutora Ana Paula Quintana Arantes, uma das maiores referências sobre Cuidados Paliativos no Brasil, quando diz “a morte é um dia que vale a pena viver”. Ela nos remete a reflexões muito importantes e significativas. Uma dessas reflexões nos leva a entender que “o que nos deveria assustar não é a morte em si, mas a possibilidade de chegarmos ao fim da vida sem aproveitá-la , de não usarmos nosso tempo da maneira  que mais gostaríamos”.

Nesse contexto temos jargões presentes em nosso cotidiano, e um deles diz que “a única certeza que temos na vida é de que vamos morrer um dia”. Certamente que um dia qualquer isto vai acontecer mesmo. Puro realismo. Assustador para muitos de nós.Tais reflexões nos levam a repensar nossa existência focando uma vivencia proveitosa, com relações positivas, hábitos saudáveis. Enfim, nunca devemos morrer em vida.

Vamos viver a vida que temos que viver para nós! Precisamos continuar construindo nossa história a cada momento.

Primeira exposição de artes da Clínica Arcadium

No dia 7 de abril de 2018, o psicólogo Leonardo Beijo organizou uma exposição de artes na clínica.

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Os trabalhos desenvolvidos nas sessões foram colocados no mural. As crianças estavam empolgadas e animadas quando seus pais puderam caminhar e interagir com o processo de intervenção deles.

A clínica Arcadium acredita nessas ideias que tiram as intervenções de uma rotina e permitem que as crianças e adolescentes possam descobrir novos universos e talentos.

Parabéns Leonardo pela iniciativa.

Grupo de pais TDAH

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Com o objetivo de ampliar a intervenção para o núcleo familiar, a clínica Arcadium criou o grupo de pais. Esse primeiro grupo visa entender o TDAH e ajudar os pais no cotidiano da criança que tem esse transtorno.

A opinião das mães nos mostra que estamos no caminho certo:

“Muito bom, vai fazer com que a gente conheça mais nossos filhos e ajude no crescimento deles. E, também, colocar limites neles. A cada encontro vamos aprender mais”.

“Achei muito importante e produtivo. O fato de falarmos sobre os nossos desafios que é de lidar com as dificuldades de uma criança com esse transtorno. Dividir experiências e receber orientações vai nos ajudar muito”.

“Muito importante para conhecer o TDAH e ter dúvidas esclarecidas. Acho que poderia ter acontecido a mais tempo, porque é como uma terapia para desabafar e aprender sobre o assunto e como agir com a criança”.

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